quarta-feira, junho 22, 2011

O fogo do SI

Aproximam-se as afamadas festividades tradicionais que celebram o nascimento daquele primo que sobre a mona do Cristo, derramou a água batismal.

É verdade, o Santo António já se acabou e o São Pedro está-se a acabar...

Na verdade, quem inventou esta letra, ou não percebia nada de datas ou celebrava o S. João na data da sua morte, como se costuma fazer com os santos.

Não sei quando é que este homem morreu. Quando tentei saber descobri que a nota "si" tem este nome em homenagem ao São João. S de São e I de João.

Fiquei satisfeito e já pouco me importa a data da morte do SI.

É daí que vem o título desta coisa que estais a ler.

Daí e do facto do fogo ser uma das atrações das já referidas festividades.

Entre outras coisas há:

os martelos,

os alhos,

os manjericos,

as sardinhas,

as farturas,

os carroceis e carrinhos de choque,

o fogo

e o fogo.

Disse o fogo porque há foguetório na avenida e tem havido também no estádio.

Disse o fogo, evidentemente, porque depois do foguetório arde o Picoto.

O São João é feriado em mais concelhos que o Santo António e o São Pedro juntos.

Será por causa dos martelos?

Por mim, pouco importa.

O que importa é que é feriado o que é sempre de saudar.

O que não é de saudar é que as festivas decorações tapem os semáforos da avenida abananando transeuntes desta artéria.



Para acabar, respeito uma tradição desta quadra:



Oh meu S. João da Ponte,

dos martelos, das sardinhas,

para pegares fogo ao monte,

nunca te acabem pinhas.



Pronto, já está.

Saudinha.

sexta-feira, abril 22, 2011

A burrinha

Pois é!
Parece que a burra estava cansada! Até se pôs a descansar durante a procisão da paróquia da Vitor.
É burra, é burra, mas sabe-a toda.
Também, a responsabilidade de levar a nossa senhora e o menino é um peso muito grande que carrega às costas.
Eu não vi. Também não vi os farricocos.
Até acho que nunca vi nenhuma procisão da semana santa (a não ser uma vez em Viseu porque o autocarro onde eu estava teve de esperar um tempão por causa do desfile).
O Sérgio Ramos também devia estar cansado, para deixar cair a taça do rei...
A Burra ao menos, não deixou cair as imagens. E eram maiores que a taça.
A mim também não me incomoda.
Só escrevo isto porque parece mal não escrever sobre a semana santa.
"Agora que já cumpri o meu dever, deixa-me em paz."

Boa tarde e saudinha.

segunda-feira, abril 18, 2011

Os census

Ora viva, como vai?

Para dizer a verdade, eu ia falar de apátridas.
Mas depois puz-me a pensar (eu às vezes penso) e apercebi-me que não há muito a dizer.

Os apátridas poedem ir aos jogos olímpicos? E se forem como é que aparecem na classificação?
Aparece a classificação, o nome, o tempo (ou pontuação ou afim) e depois? Aparece a dizer individual?

Há 273 em Portugal.

E pronto, era isto que eu tinha para dizer sobre apátridas.
Por isso é que alarguei o âmbito desta posta.

Aqui à tempos preenchi os census.
Tinha muitas perguntas, algumas bem dificeis.

Muita polémica por causa dos recibos verdes, alguma por causa dos homens sexuais.
E ninguem fala daquele pergunta que era qualquer coisa como "quantas pessoas estavam aí em casa no dia 1 Março à meia noite?"
Em primeiro lugar, nem toda a gente se lembra. E se uma pessoa chegou a casa por essa hora não sabe se chegou 5 minutos antes ou 5 minutos depois. É muito complicado.
Eu respodi ao calhas.

E naquela em que era preciso andar a medir as divisões todas da casa também só vi assim por alto, quantas tinham mais de 4 metros quadrados.

Coisas importantes como se há cão ou galinha ou passarinho ou couves não perguntam. Já não peço um impresso para cada um, mas pedir que haja uma contagem seria razoavel.

E já agora, deve estar a pensar:
"E o que é que os census têm a ver com apátridas para se misturarem os temas.?"
Entao? Nos Census há uma pergunta a perguntar a nacionalidade e uma das respostas possíveis é "apátrida".
É verdade que o número de apátridas que eu adientei pode não vir de nenhuns census. Vem da Wikipédia.
Mas isso é porque os census deste anos ainda não divulgaram os resultados, e os de 2001 devem estar desactualizados. Além disso, assim deu menos trabalho.

E como diria o Eng. Sousa Veloso: despeço-me com amizade.
e com os votos de saudinha...da boa.

terça-feira, março 29, 2011

O que resta

Pois é! Isto está mau. É o Japão a arrebentar por todo o lado. É a Líbia toda à porrada. É a Crise. É o Socras, é o déficite é a dívida, é o raio que te parta. Resta-nos o Sporting para rir um bocadinho.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

O Gordo


Por muito que me custe, desta vez escrevo para elogiar alguém.

Há quem lhe chame Ronaldo, Menino dos dentes de menino, fenómeno, entre outros.
Também lhe chamaram "O Gordo", até é a alcunha que mais gosto.
E porquê?
Porque antes dos mundiais sempre se ouvia a queixa dos brasileiros a dizer "O Ronaldo está gordo!".
Ainda assim, chegou, mesmo gordo, a ser o jogador com mais golos nos mundiais. E gordo, ainda chegou a ganhar o prémio de melhor do mundo.
É verdade que é brasileiro, mas tem desculpa porque não jogou quando levamos 6.
Dizem que com mais de três brasileiros uma equipa não é uma equipa. Que é uma escola de Samba. Mas este gaijo foi campeão do mundo numa equipa com 11. E estava gordo.
Agora no clube dele fica o Liedson. Não se entende como é que acham que o Levezinho pode colmatar esta saída de peso.
Parece que tem hipotiroidismo e que é por isso que é gordo e não se podia tratar porque isso era dopping.
Já há médicos a dizer que não é bem assim. Quando os vi a correr 80 metros e fintar meia equipa antes de meter golo, acredito neles. Até lá são uns aldrabões.
E se o leitor concordar com eles também é aldrabão.
Mas enfim...
Este brasileiro deixa de jogar, fica o da república das bananas.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Os Inglesses

Para todos os efeitos, o Eugénio é ou não inglês conforme me dê mais jeito.

Posta esta salvaguarda, posso passar a dizer aquilo que já todos sabemos.

Os ingleses são uns tipos maluquinhos das ideias. Basta ver a cara do Roney para perceber que não deverá jogar com o baralho todo.

Têm a mania que são diferentes, andam do lado contrário da estrada, usam unidade aramadas ao pingarelho, é libras, é milhas, já para não falar nos galões.

Para eles é uma medida. E nem sequer é uma medida que bata certo com essa bedida.

Quem percebe minimamente de galões sabe o que são copos de café com leite, preferencialmente com uma pega metálica ligeiramente enferrujada.

Só comem cócó mas isso não sou eu quem anda a descrever.

Além disso são uns badalhocos.
Toda a vida ouvi dizer que sim, mas agora há um dado novo, os piolhos.
Quando era mais novo cheguei a ter piolhos, mas eram outros tempos.
Em Inglaterra, há tantos piolhos que nessa terra até os filhos do primeiro ministros andam a passá-los ao funcionários da residência oficial.
Para ser bem era bom haver uns desdobraveis para os inglesses aprenderem a safar-se dos piolhos.
Eu tenho um desses mas é em português. Eles lá não percebem.

Um deste dias espalham a pesonha pela Europa. E isso ainda é pior que as vacas loucas e que outras que tais.

O que vale é que na Inglaterra não há nenhum sítio com muitos inglesses.
Nas cidades grandes é só estrangeiros (o Eugénio faz parte deste grupo para o que me der jeito), nas outras não há quase ninguém.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Os meus seguidores

São dois. (como referiu um anónimo que penso fazer parte dos Maximinos Warriors)

O Willy Antoni Abreu Oliveira e o Eugénio.

No campo "acerca de mim" do seu perfil, o Willi diz : "Não queira saber."
Como segui a sua sugestão de não querer saber e nunca me apareceu à frente mais informação, não posso falar mais deste cidadão.
Não conheço este Willy nem devo perguntar se é da família da baleia.
Apenas questionar que interesse terá ele em seguir meu blog.

Já o Eugénio define-se como um "Farmacêutico de Braga a viver em Lancashire."
Queria ele. na verdade é de Águas Santas, Póvoa de Lanhoso, embora lhe reconheça forte ligação a Braga e à extinta casa de pasto papagaio.
Se vive mesmo em Lancashire não sei bem, mas acredito.
Apesar de às vezes ser pouco preciso em termos de geografia não é particularmente aldrabão.

Mas o que fez escrever esta posta, alem da merecida homenagem a tão ilustres internautas a quem envio os votos de muita saudinha...da boa, é o facto de ter uma dúvida sobre isto de seguir blogs.
Como é que se faz para deixar de seguir algum blog?
Uma vez entusiasmei-me e pus-me a seguir o abrupto do Pacheco Pereira e já não o aturo.

Sei que corro um risco.
É o de obter respostas que podem usadas pelo Willy e pelo Eugénio. Mas estou disposto a correr esse risco. É que não é só o Pacheco Pereira. Ainda há outros que tais.

Agradeço esclarecimentos.
Um grande bem haja.

sábado, janeiro 22, 2011

Os maximinos Warriors ou "Porque raio há uma equipa de futebol amaricano na terra de Seco Magalhães?"






Em primeiro lugar, quero salientar que escrevi no título AMARICANO com A e que foi de propósito.

Em segundo lugar, lembrar que a palavra futebol vem de "foot" e "Ball", o que remonta para as célebre palavras do Mister Paulo Bento, "Futebol... pés!" (é verdade que acrescentou "pernas, cabeça", mas isso não deita abaixo o raciocínio que tento fazer).
Daí, se o Rony do Paços de Ferreira não deve jogar futebol com a mão, o pessoal de Maximinos também não devia.

Em terceiro lugar, a palavra americano remonta para algo que se faz na América, não em Maximinos - que por acaso até é bem longe.
Numa terra que prima pelo gosto ao que é da terra, como se vê pelo sucesso dos chouriços do Seco Magalhães, estranho tal importação.

Em futebol (a sério) o Maximinense já chegou a estar nos nacionais.

Esta mania das modernices não está bem.
Um nome tão pomposo e em estrangeiro não liga com um clube de bairro. Se esta equipe ao menos se chamasse "Associação Social, cultural, recreativa e desportiva dos jovens (com a mania que são camones) de maximinos", menos mal, assim...
Mas enfim, o nome Maximinos também bem de "mais e menos", portanto fazem tudo assim-assim.

Alem disso, este símbolo é uma imitação barata do guerreiros do Minho.
Mas enfim...
Saudinha