Primeiro um desafio:
Dizer SEMPRE lagratos durante esta posta.
Eu sei que não é fácil para todos mas também não é qualquer um que se põe a ler estas coisas que eu escrevo.
Os lagratos têm cabeça, tronco, membros... e cauda.
É precisamente a cauda que os distingue das pessoas.
É verdade que são verdes mas já vi pessoas a sair de barcos mais verdes que alguns lagratos.
Então basta cortar a cauda a um lagrato para que este se confunda com uma pessoa pequena?
Não. Porque a cauda volta a crescer.
Para se confundir é necessário cortar a cauda a um lagrato e pô-la numa pessoa. (em cima do rabo)
Assim quando a cauda do lagrato crescer ficam iguais.
Mas esta característica das caudas dos lagratos é interessante.
Era bom que as pessoas também tivessem partes do corpo assim.
Assim, se um carpinteiro cortasse um dedo durante o seu trabalho, o dedo voltava a crescer. Mas se não cortasse não cresciam mais do que o normal.
O cabelo também podia ser assim. Se um holligan rapasse o cabelo ele voltava a crescer mas uma pessoa normal mantinha o cabelo de tamanho normal e não precisava de o cortar. Poupava-se no barbeiro.
O barbeiro é que não ia gostar porque perdia clientes e os únicos que mantinha eram os holligans ou senhores muito "modernos" que querem fazer cristas ou outros que tais.
Dizem que o fígado é como as caudas dos lagratos mas eu nunca vi.
terça-feira, março 26, 2013
domingo, abril 08, 2012
Os alpinistas
Os alpinistas são tipos que gostam de alpinar.
Alguns, como o Garcia, alpinam até bastante alto.
O facto de ser alto não é por si muito difícil. Quem alpina mil metros alpina mais mil e por aí foram até ao topo do mundo.
O mal é que faz frio nas terras altas. E com o frio, um alpinista enregela se não estiver bem agassalhadinho.
Por isso usam roupa própria para o alpinismo que é bem quentinha.
Contudo, há um momento no quotidiano de um alpinista durante a sua escalada que me deixa curioso.
Essa roupa deve ter de ser despida (pelo menos, em parte) na altura em que o alpinista precisa de fazer a vontade à natureza.
Certamente achará o leitor que este é um tema de caca mas penso ser interessante. É uma realidade à qual não se pode fugir.
Certamente, haverá técnicas para minorar o impacto térmico deste momento. Mas eu não as conheço. E gostava de conhecer.
Se algum alpinista estivera ler esta posta, peço encarecidamente que me esclareça sobre o assunto.
Contudo, vou desconfiar.
Alpinista que se preze não perde tempo lendo tais bobagens. Principalmente enquanto alpina. Penso que um alpinista não se porá a ler enquanto alivia a tripa. Isso faria demorar mais tempo e o cocó congelaria.
Ainda assim, agradeço se alguém me elucidar.
Despeço-me desejando-lhe saudinha. Nomeadamente intestinal, caso o leitor alpine.
domingo, março 11, 2012
O bola baragem
E como é que se desempata?
É pelo bola-baragem.
Faz este ano alguns anos que na taça da liga houve bronca.
Não. Não estou a falar do penalti da mão do Pedro Silva.
Estou a falar do desempate da fase de grupos que o regulamento só dizia que era por bola baragem.
Havia quem dissesse que o que interessava era a diferença entre golos marcados e sofridos.
Outros diziam que interessava a travão entre esses golos.
Não me lembro qual era a minha posição na altura, visto que me olvidei qual das soluções interessava a cada equipa.
O que interessa reter é a evolução da língua portuguesa no que toca a esta questão.
É verdade que nos regulamentos surgia a expressão "goal average".
Em bom português e em bom futebolês diz-se bola baragem. Qualquer dia até se escreve assim.
Eu já escrevo assim nesta posta que partilho consigo, sr. leitor.
Tenho pena que o acordo ortográfico não se tenha debruçado sobre esta questão.
Foi uma oportunidade perdida. Ainda assim, a tradição oral desta lindar expressão já não tem como não vingar.
Desse modo, já fico mais descansado.
Assim sendo me despeço com votos de saudinha.
Da boa!
É pelo bola-baragem.
Faz este ano alguns anos que na taça da liga houve bronca.
Não. Não estou a falar do penalti da mão do Pedro Silva.
Estou a falar do desempate da fase de grupos que o regulamento só dizia que era por bola baragem.
Havia quem dissesse que o que interessava era a diferença entre golos marcados e sofridos.
Outros diziam que interessava a travão entre esses golos.
Não me lembro qual era a minha posição na altura, visto que me olvidei qual das soluções interessava a cada equipa.
O que interessa reter é a evolução da língua portuguesa no que toca a esta questão.
É verdade que nos regulamentos surgia a expressão "goal average".
Em bom português e em bom futebolês diz-se bola baragem. Qualquer dia até se escreve assim.
Eu já escrevo assim nesta posta que partilho consigo, sr. leitor.
Tenho pena que o acordo ortográfico não se tenha debruçado sobre esta questão.
Foi uma oportunidade perdida. Ainda assim, a tradição oral desta lindar expressão já não tem como não vingar.
Desse modo, já fico mais descansado.
Assim sendo me despeço com votos de saudinha.
Da boa!
sábado, fevereiro 18, 2012
Os piratas
Os piratas são uns tipos que andam de barco e mamam rum como gente grande.
Pelo menos no meu tempo era assim.
Agora há outros piratas. E não estou a falar daqueles "piratas, com gravatas, que usam luvas" descritos pelo Nicolau.
Agora há outros que são Somalis. Também andam de barco. Alguns até beberão rum mas já não é isso que os caracteriza.
Alem disso não cumprem as cotas.
Não estou a falar das cotas pesqueiras. Estou a falar das cotas de integração social que os bons piratas sempre respeitaram.
Dantes, em cada embarcação pirata havia sempre, um mudo com um papagaio ao ombro, um marreco, um maneta, um perneta e um zarolho. Todos eles eram bêbedos.
Isto já para não falar do careca com um lenço à Marco Pantani.
Agora estes usam metrelhadoras, barcos com motor e andam no oceano Índico em vez de andar no golfo do México.
Já não há leis contra a pirataria. Acho bem. As leis contra o banditismo chegam bem para estes meliantes que se dizem piratas mas não são mais do que uns bagabundos que andam de barco e têm a mania que são maus.
Aconselho, no entanto, a não navegarem sozinhos ao largo da Somália, carregadinhos de ouro.
Cuidado e saudinha... Da boa.
Pelo menos no meu tempo era assim.
Agora há outros piratas. E não estou a falar daqueles "piratas, com gravatas, que usam luvas" descritos pelo Nicolau.
Agora há outros que são Somalis. Também andam de barco. Alguns até beberão rum mas já não é isso que os caracteriza.
Alem disso não cumprem as cotas.
Não estou a falar das cotas pesqueiras. Estou a falar das cotas de integração social que os bons piratas sempre respeitaram.
Dantes, em cada embarcação pirata havia sempre, um mudo com um papagaio ao ombro, um marreco, um maneta, um perneta e um zarolho. Todos eles eram bêbedos.
Isto já para não falar do careca com um lenço à Marco Pantani.
Agora estes usam metrelhadoras, barcos com motor e andam no oceano Índico em vez de andar no golfo do México.
Já não há leis contra a pirataria. Acho bem. As leis contra o banditismo chegam bem para estes meliantes que se dizem piratas mas não são mais do que uns bagabundos que andam de barco e têm a mania que são maus.
Aconselho, no entanto, a não navegarem sozinhos ao largo da Somália, carregadinhos de ouro.
Cuidado e saudinha... Da boa.
domingo, fevereiro 05, 2012
A musiquinha do "ai se eu te pego"
"Nossa, nossa. Assim você me mata.
Ai, se eu te pego. Ai, ai, se eu te pego"
Está mal. Ou trata por tu ou por você.
Assim deveria ser:
"Nossa, nossa. Assim tu me matas.
Ai, se eu te pego. Ai, ai, se eu te pego"
Ou então:
"Nossa, nossa. Assim você me mata.
Ai, se a/o te pego. Ai, ai, se eu a/o pego"
Escrevo "a/o" pois não sei se se fala com mulher ou homem e não quero entrar nesse tipo de considerações, por entender que isso se deve a uma avaliação de cada pessoa que cante este tema.
Eu opto pela segunda opção uma vez que a canção é brasileira e os brasileiros usam muito o você.
Tenho dito.
Ai, se eu te pego. Ai, ai, se eu te pego"
Está mal. Ou trata por tu ou por você.
Assim deveria ser:
"Nossa, nossa. Assim tu me matas.
Ai, se eu te pego. Ai, ai, se eu te pego"
Ou então:
"Nossa, nossa. Assim você me mata.
Ai, se a/o te pego. Ai, ai, se eu a/o pego"
Escrevo "a/o" pois não sei se se fala com mulher ou homem e não quero entrar nesse tipo de considerações, por entender que isso se deve a uma avaliação de cada pessoa que cante este tema.
Eu opto pela segunda opção uma vez que a canção é brasileira e os brasileiros usam muito o você.
Tenho dito.
quarta-feira, junho 22, 2011
O fogo do SI
Aproximam-se as afamadas festividades tradicionais que celebram o nascimento daquele primo que sobre a mona do Cristo, derramou a água batismal.
É verdade, o Santo António já se acabou e o São Pedro está-se a acabar...
Na verdade, quem inventou esta letra, ou não percebia nada de datas ou celebrava o S. João na data da sua morte, como se costuma fazer com os santos.
Não sei quando é que este homem morreu. Quando tentei saber descobri que a nota "si" tem este nome em homenagem ao São João. S de São e I de João.
Fiquei satisfeito e já pouco me importa a data da morte do SI.
É daí que vem o título desta coisa que estais a ler.
Daí e do facto do fogo ser uma das atrações das já referidas festividades.
Entre outras coisas há:
os martelos,
os alhos,
os manjericos,
as sardinhas,
as farturas,
os carroceis e carrinhos de choque,
o fogo
e o fogo.
Disse o fogo porque há foguetório na avenida e tem havido também no estádio.
Disse o fogo, evidentemente, porque depois do foguetório arde o Picoto.
O São João é feriado em mais concelhos que o Santo António e o São Pedro juntos.
Será por causa dos martelos?
Por mim, pouco importa.
O que importa é que é feriado o que é sempre de saudar.
O que não é de saudar é que as festivas decorações tapem os semáforos da avenida abananando transeuntes desta artéria.
Para acabar, respeito uma tradição desta quadra:
Oh meu S. João da Ponte,
dos martelos, das sardinhas,
para pegares fogo ao monte,
nunca te acabem pinhas.
Pronto, já está.
Saudinha.
sexta-feira, abril 22, 2011
A burrinha
Pois é!
Parece que a burra estava cansada! Até se pôs a descansar durante a procisão da paróquia da Vitor.
É burra, é burra, mas sabe-a toda.
Também, a responsabilidade de levar a nossa senhora e o menino é um peso muito grande que carrega às costas.
Eu não vi. Também não vi os farricocos.
Até acho que nunca vi nenhuma procisão da semana santa (a não ser uma vez em Viseu porque o autocarro onde eu estava teve de esperar um tempão por causa do desfile).
O Sérgio Ramos também devia estar cansado, para deixar cair a taça do rei...
A Burra ao menos, não deixou cair as imagens. E eram maiores que a taça.
A mim também não me incomoda.
Só escrevo isto porque parece mal não escrever sobre a semana santa.
"Agora que já cumpri o meu dever, deixa-me em paz."
Boa tarde e saudinha.
Parece que a burra estava cansada! Até se pôs a descansar durante a procisão da paróquia da Vitor.
É burra, é burra, mas sabe-a toda.
Também, a responsabilidade de levar a nossa senhora e o menino é um peso muito grande que carrega às costas.
Eu não vi. Também não vi os farricocos.
Até acho que nunca vi nenhuma procisão da semana santa (a não ser uma vez em Viseu porque o autocarro onde eu estava teve de esperar um tempão por causa do desfile).
O Sérgio Ramos também devia estar cansado, para deixar cair a taça do rei...
A Burra ao menos, não deixou cair as imagens. E eram maiores que a taça.
A mim também não me incomoda.
Só escrevo isto porque parece mal não escrever sobre a semana santa.
"Agora que já cumpri o meu dever, deixa-me em paz."
Boa tarde e saudinha.
segunda-feira, abril 18, 2011
Os census
Ora viva, como vai?
Para dizer a verdade, eu ia falar de apátridas.
Mas depois puz-me a pensar (eu às vezes penso) e apercebi-me que não há muito a dizer.
Os apátridas poedem ir aos jogos olímpicos? E se forem como é que aparecem na classificação?
Aparece a classificação, o nome, o tempo (ou pontuação ou afim) e depois? Aparece a dizer individual?
Há 273 em Portugal.
E pronto, era isto que eu tinha para dizer sobre apátridas.
Por isso é que alarguei o âmbito desta posta.
Aqui à tempos preenchi os census.
Tinha muitas perguntas, algumas bem dificeis.
Muita polémica por causa dos recibos verdes, alguma por causa dos homens sexuais.
E ninguem fala daquele pergunta que era qualquer coisa como "quantas pessoas estavam aí em casa no dia 1 Março à meia noite?"
Em primeiro lugar, nem toda a gente se lembra. E se uma pessoa chegou a casa por essa hora não sabe se chegou 5 minutos antes ou 5 minutos depois. É muito complicado.
Eu respodi ao calhas.
E naquela em que era preciso andar a medir as divisões todas da casa também só vi assim por alto, quantas tinham mais de 4 metros quadrados.
Coisas importantes como se há cão ou galinha ou passarinho ou couves não perguntam. Já não peço um impresso para cada um, mas pedir que haja uma contagem seria razoavel.
E já agora, deve estar a pensar:
"E o que é que os census têm a ver com apátridas para se misturarem os temas.?"
Entao? Nos Census há uma pergunta a perguntar a nacionalidade e uma das respostas possíveis é "apátrida".
É verdade que o número de apátridas que eu adientei pode não vir de nenhuns census. Vem da Wikipédia.
Mas isso é porque os census deste anos ainda não divulgaram os resultados, e os de 2001 devem estar desactualizados. Além disso, assim deu menos trabalho.
E como diria o Eng. Sousa Veloso: despeço-me com amizade.
e com os votos de saudinha...da boa.
Para dizer a verdade, eu ia falar de apátridas.
Mas depois puz-me a pensar (eu às vezes penso) e apercebi-me que não há muito a dizer.
Os apátridas poedem ir aos jogos olímpicos? E se forem como é que aparecem na classificação?
Aparece a classificação, o nome, o tempo (ou pontuação ou afim) e depois? Aparece a dizer individual?
Há 273 em Portugal.
E pronto, era isto que eu tinha para dizer sobre apátridas.
Por isso é que alarguei o âmbito desta posta.
Aqui à tempos preenchi os census.
Tinha muitas perguntas, algumas bem dificeis.
Muita polémica por causa dos recibos verdes, alguma por causa dos homens sexuais.
E ninguem fala daquele pergunta que era qualquer coisa como "quantas pessoas estavam aí em casa no dia 1 Março à meia noite?"
Em primeiro lugar, nem toda a gente se lembra. E se uma pessoa chegou a casa por essa hora não sabe se chegou 5 minutos antes ou 5 minutos depois. É muito complicado.
Eu respodi ao calhas.
E naquela em que era preciso andar a medir as divisões todas da casa também só vi assim por alto, quantas tinham mais de 4 metros quadrados.
Coisas importantes como se há cão ou galinha ou passarinho ou couves não perguntam. Já não peço um impresso para cada um, mas pedir que haja uma contagem seria razoavel.
E já agora, deve estar a pensar:
"E o que é que os census têm a ver com apátridas para se misturarem os temas.?"
Entao? Nos Census há uma pergunta a perguntar a nacionalidade e uma das respostas possíveis é "apátrida".
É verdade que o número de apátridas que eu adientei pode não vir de nenhuns census. Vem da Wikipédia.
Mas isso é porque os census deste anos ainda não divulgaram os resultados, e os de 2001 devem estar desactualizados. Além disso, assim deu menos trabalho.
E como diria o Eng. Sousa Veloso: despeço-me com amizade.
e com os votos de saudinha...da boa.
terça-feira, março 29, 2011
O que resta
Pois é! Isto está mau. É o Japão a arrebentar por todo o lado. É a Líbia toda à porrada. É a Crise. É o Socras, é o déficite é a dívida, é o raio que te parta. Resta-nos o Sporting para rir um bocadinho.
terça-feira, fevereiro 15, 2011
O Gordo
Por muito que me custe, desta vez escrevo para elogiar alguém.
Há quem lhe chame Ronaldo, Menino dos dentes de menino, fenómeno, entre outros.
Também lhe chamaram "O Gordo", até é a alcunha que mais gosto.
E porquê?
Porque antes dos mundiais sempre se ouvia a queixa dos brasileiros a dizer "O Ronaldo está gordo!".
Ainda assim, chegou, mesmo gordo, a ser o jogador com mais golos nos mundiais. E gordo, ainda chegou a ganhar o prémio de melhor do mundo.
É verdade que é brasileiro, mas tem desculpa porque não jogou quando levamos 6.
Dizem que com mais de três brasileiros uma equipa não é uma equipa. Que é uma escola de Samba. Mas este gaijo foi campeão do mundo numa equipa com 11. E estava gordo.
Agora no clube dele fica o Liedson. Não se entende como é que acham que o Levezinho pode colmatar esta saída de peso.
Parece que tem hipotiroidismo e que é por isso que é gordo e não se podia tratar porque isso era dopping.
Já há médicos a dizer que não é bem assim. Quando os vi a correr 80 metros e fintar meia equipa antes de meter golo, acredito neles. Até lá são uns aldrabões.
E se o leitor concordar com eles também é aldrabão.
Mas enfim...
Este brasileiro deixa de jogar, fica o da república das bananas.
terça-feira, fevereiro 08, 2011
Os Inglesses
Para todos os efeitos, o Eugénio é ou não inglês conforme me dê mais jeito.
Posta esta salvaguarda, posso passar a dizer aquilo que já todos sabemos.
Os ingleses são uns tipos maluquinhos das ideias. Basta ver a cara do Roney para perceber que não deverá jogar com o baralho todo.
Têm a mania que são diferentes, andam do lado contrário da estrada, usam unidade aramadas ao pingarelho, é libras, é milhas, já para não falar nos galões.
Para eles é uma medida. E nem sequer é uma medida que bata certo com essa bedida.
Quem percebe minimamente de galões sabe o que são copos de café com leite, preferencialmente com uma pega metálica ligeiramente enferrujada.
Só comem cócó mas isso não sou eu quem anda a descrever.
Além disso são uns badalhocos.
Toda a vida ouvi dizer que sim, mas agora há um dado novo, os piolhos.
Quando era mais novo cheguei a ter piolhos, mas eram outros tempos.
Em Inglaterra, há tantos piolhos que nessa terra até os filhos do primeiro ministros andam a passá-los ao funcionários da residência oficial.
Para ser bem era bom haver uns desdobraveis para os inglesses aprenderem a safar-se dos piolhos.
Eu tenho um desses mas é em português. Eles lá não percebem.
Um deste dias espalham a pesonha pela Europa. E isso ainda é pior que as vacas loucas e que outras que tais.
O que vale é que na Inglaterra não há nenhum sítio com muitos inglesses.
Nas cidades grandes é só estrangeiros (o Eugénio faz parte deste grupo para o que me der jeito), nas outras não há quase ninguém.
Posta esta salvaguarda, posso passar a dizer aquilo que já todos sabemos.
Os ingleses são uns tipos maluquinhos das ideias. Basta ver a cara do Roney para perceber que não deverá jogar com o baralho todo.
Têm a mania que são diferentes, andam do lado contrário da estrada, usam unidade aramadas ao pingarelho, é libras, é milhas, já para não falar nos galões.
Para eles é uma medida. E nem sequer é uma medida que bata certo com essa bedida.
Quem percebe minimamente de galões sabe o que são copos de café com leite, preferencialmente com uma pega metálica ligeiramente enferrujada.
Só comem cócó mas isso não sou eu quem anda a descrever.
Além disso são uns badalhocos.
Toda a vida ouvi dizer que sim, mas agora há um dado novo, os piolhos.
Quando era mais novo cheguei a ter piolhos, mas eram outros tempos.
Em Inglaterra, há tantos piolhos que nessa terra até os filhos do primeiro ministros andam a passá-los ao funcionários da residência oficial.
Para ser bem era bom haver uns desdobraveis para os inglesses aprenderem a safar-se dos piolhos.
Eu tenho um desses mas é em português. Eles lá não percebem.
Um deste dias espalham a pesonha pela Europa. E isso ainda é pior que as vacas loucas e que outras que tais.
O que vale é que na Inglaterra não há nenhum sítio com muitos inglesses.
Nas cidades grandes é só estrangeiros (o Eugénio faz parte deste grupo para o que me der jeito), nas outras não há quase ninguém.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Os meus seguidores
São dois. (como referiu um anónimo que penso fazer parte dos Maximinos Warriors)
O Willy Antoni Abreu Oliveira e o Eugénio.
No campo "acerca de mim" do seu perfil, o Willi diz : "Não queira saber."
Como segui a sua sugestão de não querer saber e nunca me apareceu à frente mais informação, não posso falar mais deste cidadão.
Não conheço este Willy nem devo perguntar se é da família da baleia.
Apenas questionar que interesse terá ele em seguir meu blog.
Já o Eugénio define-se como um "Farmacêutico de Braga a viver em Lancashire."
Queria ele. na verdade é de Águas Santas, Póvoa de Lanhoso, embora lhe reconheça forte ligação a Braga e à extinta casa de pasto papagaio.
Se vive mesmo em Lancashire não sei bem, mas acredito.
Apesar de às vezes ser pouco preciso em termos de geografia não é particularmente aldrabão.
Mas o que fez escrever esta posta, alem da merecida homenagem a tão ilustres internautas a quem envio os votos de muita saudinha...da boa, é o facto de ter uma dúvida sobre isto de seguir blogs.
Como é que se faz para deixar de seguir algum blog?
Uma vez entusiasmei-me e pus-me a seguir o abrupto do Pacheco Pereira e já não o aturo.
Sei que corro um risco.
É o de obter respostas que podem usadas pelo Willy e pelo Eugénio. Mas estou disposto a correr esse risco. É que não é só o Pacheco Pereira. Ainda há outros que tais.
Agradeço esclarecimentos.
Um grande bem haja.
O Willy Antoni Abreu Oliveira e o Eugénio.
No campo "acerca de mim" do seu perfil, o Willi diz : "Não queira saber."
Como segui a sua sugestão de não querer saber e nunca me apareceu à frente mais informação, não posso falar mais deste cidadão.
Não conheço este Willy nem devo perguntar se é da família da baleia.
Apenas questionar que interesse terá ele em seguir meu blog.
Já o Eugénio define-se como um "Farmacêutico de Braga a viver em Lancashire."
Queria ele. na verdade é de Águas Santas, Póvoa de Lanhoso, embora lhe reconheça forte ligação a Braga e à extinta casa de pasto papagaio.
Se vive mesmo em Lancashire não sei bem, mas acredito.
Apesar de às vezes ser pouco preciso em termos de geografia não é particularmente aldrabão.
Mas o que fez escrever esta posta, alem da merecida homenagem a tão ilustres internautas a quem envio os votos de muita saudinha...da boa, é o facto de ter uma dúvida sobre isto de seguir blogs.
Como é que se faz para deixar de seguir algum blog?
Uma vez entusiasmei-me e pus-me a seguir o abrupto do Pacheco Pereira e já não o aturo.
Sei que corro um risco.
É o de obter respostas que podem usadas pelo Willy e pelo Eugénio. Mas estou disposto a correr esse risco. É que não é só o Pacheco Pereira. Ainda há outros que tais.
Agradeço esclarecimentos.
Um grande bem haja.
sábado, janeiro 22, 2011
Os maximinos Warriors ou "Porque raio há uma equipa de futebol amaricano na terra de Seco Magalhães?"
Em primeiro lugar, quero salientar que escrevi no título AMARICANO com A e que foi de propósito.
Em segundo lugar, lembrar que a palavra futebol vem de "foot" e "Ball", o que remonta para as célebre palavras do Mister Paulo Bento, "Futebol... pés!" (é verdade que acrescentou "pernas, cabeça", mas isso não deita abaixo o raciocínio que tento fazer).
Daí, se o Rony do Paços de Ferreira não deve jogar futebol com a mão, o pessoal de Maximinos também não devia.
Em terceiro lugar, a palavra americano remonta para algo que se faz na América, não em Maximinos - que por acaso até é bem longe.
Numa terra que prima pelo gosto ao que é da terra, como se vê pelo sucesso dos chouriços do Seco Magalhães, estranho tal importação.
Em futebol (a sério) o Maximinense já chegou a estar nos nacionais.
Esta mania das modernices não está bem.
Um nome tão pomposo e em estrangeiro não liga com um clube de bairro. Se esta equipe ao menos se chamasse "Associação Social, cultural, recreativa e desportiva dos jovens (com a mania que são camones) de maximinos", menos mal, assim...
Mas enfim, o nome Maximinos também bem de "mais e menos", portanto fazem tudo assim-assim.
Alem disso, este símbolo é uma imitação barata do guerreiros do Minho.
Mas enfim...
Saudinha
sábado, junho 12, 2010
O Mundial 2010
Por esta altura, anda tudo a escrever sobre o mundial. A bola que não é lá grande espingarda. O Ronaldo não na seleção não joga nada, a segurança ou lá o que é aquilo, e aquelas gaitas armadas ao forinha que estão na moda e tudo, e tudo, e tudo.
Não que eu queira ser como os outros, mas a tradição deste espaço obriga-me a falar sobre o mundial. E o espantoso bom-senso de quem diz mal das cornetas, obriga-me (por muito que me custe) a dar razão á moda que já se criou de maldizê-las.
Além disso, ou falava do mundial (cuja mascote tem cabelo de relva) ou dos casamentos de santo António. Portanto, teve de ser.
O boneco que chama-se Zakumi, em português ASdez, (parece uma sequência de Poquer mas não é) é um leopardo. O Goleo 6 era um leão (po isso,não foram muito criativos, mas se nos lembrarmos do Ciao vemos que foi uma aposta segura).
Eu gostava do Goleo mas também gosto deste. Não gostava do Ciao nem dos ET´s da Coreia e Japão. A galinha da França era-me indiferente e não me lembro do boneco doa EUA. O Pique era simpático mas é preciso esquecer tudo que tenha a ver com o México 86.
O Berlino não era do Mundial mas fez aquela posse com o Bolt.
Ainda não houve muitos tiros. só assaltos. Por esta altura na CAN, o Togo já tinha ido embora. Ou então houve tiros mas ninguém ouviu por causa das gaitas. É aqui começo a dizer mal delas. Não houvesses censura aqui e dava um concelho a quem as inventou. Dizia para fazer um determinado uso delas. mas com isso, eu tocaria a brejeirice.
Não se pode levar apitos para o estádio porque se confundem com o do árbitro. Mas pode-se levar tal artefacto demoníaco que deixa o pessoal maluquinho das ideias e acaba o jogo a confundir tudo na mesma.
Mais valia levar bombos para o mundial e levar essas gaitas para os casamentos de santo António.
Se eu mandasse, essas gaitas eram proibidas. E os casamentos de santo António também.
Ou pelo menos punha os casamentos de santo António na Sport TV e o jogo da Argentina com a Nigéria em canal aberto.
Já devem ter percebido que tenho a televisão ligada nesses matrimónios mouriscos.
É melhor pôr-me a andar e ver a bola.
Então, saudinha...da boa.
segunda-feira, março 22, 2010
O rio Este
Há rios famosos pela água, pelos peixes, pelas paisagens em que se inserem e pelo cheiro a bedum.
O rio Este inclui-se nesta última categoria. Mas já foi pior, agora há dias em que até escapa.
No sábado era tanta a água e corria tão depressa que até dava para fazer rafting. Parecia o rio Paiva. Também parecia as ribeiras da Madeira mas não destaquei isso em primeiro porque parecia mal.
Nessa altura, o rio Este poderia até ser conhecido pela água. E querem saber a curiosidade?
Se não quiserem, avancem o próximo parágrafo.
A água levava tanta terra que ficou castanha. Logo no dia que não cheirava a cocó e que o tinha bem diluidinho é que tinha cor de cocó. Eu achei isso muito engraçado.
Apesar deste rio ter muito esgoto, quando desagua no Ave aumenta a concentração de água neste último. O Ave tem mais cocó que água (Pelo menos em Vila do Conde. Em até Vieira dá para tomar banho fresquinho.). O Este sempre tem mais um bocado água do que cocó. Ou então é ela por ela.
Na rua dos Barbosas há casas em que o quintal é uma praia fluvial. Mas no sábado, não tinham quintal. Se havia praia, devia ser um lanço de escadas entre o rés do chão e o primeiro. Isso parece muito bom mas não é. E sabem porquê, porque essas escadas são dentro de casa e lá não dá Sol.
O que valeu é que esta chuva toda foi em Março. Se fosse em Junho, levava as figuras todas. O São João, o menino Jesus e tudo iam com a água. Ia ser bonito. Mas o conceito de cascata ficava com maior significado.
P.S.: Escrevo sobre este rio agora, porque ainda é canalizado. Quando o desencanarem não sei se ainda me vai apetecer.
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
A mão da vaca
Ninguém lhe ganha, a não ser que " haja mão de Vaca"
Segundo o farricoco, foi o que disse o Bininho Trivelas sobre o SCBraga esta época.
Já vi que essa grandessissima vaca mais parece um polvo.
Lembrem-se do que significa "polvo" no mundo da begueirice. Uma "cabeça" ao centro. Mais tentáculos que as mães...
Ainda assim, façam este exercício. Imaginem uma vaca que parece um polvo. como será?
Também o farei. Mas não será fácil. Desde que no 1º de Maio ouvi dizer a um árbitro o mais belo "insulto" que já ouvi, que faço um exercício parecido.
O "insulto" foi, e nunca mais me esquece: "És como um burro, óh urso!"
Desde então que tento imaginar um urso que é como um burro. Para mim é mais fácil porque estava a ver o trabalho que o urso do árbitro estava a fazer e confirmo que parecia um burro.
Portanto deixo-vos com dois exercícios para fazer. Imaginar uma vaca que parece um polvo e um urso que é como um burro. E se quiserem fazer o mesmo com outros animais...Por mim, é na boa.
P.S.: Parece que a vaca está mesmo empenhada em parar o Mossoró. Mas será só uma pausa. Na verdade, "ninguém pára o Mossoró, Iaia ó"!
P.S.2: Depois desta será difícil voltar a falar dos animais porque nem os gambozinos podem ombrear com ursos que são como burros e vacas que parecem polvos.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
O 2010
Como ainda estamos em Janeiro, tenho toda a legitimidade para escrever sobre o ano de 2010. Senão só a voltaria a ter no fim do ano e teria de ter uma abordagem diferente.
Seja como for, isso da legitimidade é muito bonito mas pouca moça me faz e se me apetecesse, até em Agosto escreveria sobre o ano novo.
O que é que 2010 vai ter de especial?
No grosso, vai ser um ano como os outros.
Mas há mundial de futebol e desta vez é em África. A África até é perto mas foram logo por o mundial no sítio mais no sul de África o que torna longe.
Esse sítio é tão no sul de África que até se chama África do Sul. No fundo é como se houvesse duas Áfricas. A do norte, que iria até Moçambique e a África do Sul que é só aquele migalhito lá na esquina.
Quando fôr o mundial eu vou ficar muito nervoso. E não é pelo futebol em si, ou pelo mister não pôr a equipa que eu quero. É porque o mesmo mister já se pôs a armar ao pingarelho e a dizer que a música do feeling era isto ou era aquilo. O que é não sei. Sei o que ser. vai ser um problema que vai andar a televisão a mostrar o Cristiano Ronaldo a fintar estrangeiros e a maldita a dar por cima. E depois vai dar outra coisa e a dita continua. E assim. Não me vou alongar senão enervo-me.
Noutro plano. os feriado de 25 de Abril, Sexta-feira Santa, 1 de Maio e 15 de Agosto calham ao fim de semana o que é mau. São menos feriado.
Boa, estavam atentos com a Sexta-feira Santa. Este ano calha á sexta.
O Ano terá 365 dias, como de costume. Alguns de frio, outros de calor.
No Inverno mais dias de frio. No verão nunca se sabe.
Se quiserem saber das luas e marés é melhor verem no borda d´água.
Agora estão a chamar por mim, por isso vou embora.
talvêz depois escreva mais sobre isto.
Tudo de bom e o que eu estimo é o que vos desejo.
quinta-feira, janeiro 28, 2010
As abelhas
Pois é.
Agora resolvi escrever sobre animais.
Uma vez que há muitos animais na natureza, abre-se toda uma panóplia de assuntos sobre os quais posso (ou não) falar.
Por uma questão de coerência, devo começar pelos ornitorringos.
Mas não. Começo pelas abelhas. E porquê? Porque sim.
Não é lá grande argumento mas é o que se arranja.
Vós sabeis porque é que as abelhas voam? Eu não.
Sei só que o facto de terem assas não justifica (à luz da ciência) tal capacidade.
Há muitos cientistas que estudam o voo das abelhas. Mas deparam-se com um problema. (Para eles. para as abelhas não é problema nenhum.)
As assas são muito pequenas para o peso das abelhas e por isso elas não deveriam poder voar.
Mas podem. Tanto podem que voam. E fazem cera. E fazem mel. E fazem ataques Kamikazes. E fazem trinta por uma linha. Têm um ferrão e cravam-no na pele de alguém como que se de um vento divino se tratasse. Por isso, eu acho que as abelhas vêm do Japão.
Eu não gosto de ser picado por abelhas. Dói.
Quem gosta de abelhas é o Clemente. Diz que queria ser uma.
Por isso voz deixo este belo tema. "Colmeia do amor".
http://www.youtube.com/watch?v=YWJlGTpWJpo
Adeus e saudinha...da boa.
Agora resolvi escrever sobre animais.
Uma vez que há muitos animais na natureza, abre-se toda uma panóplia de assuntos sobre os quais posso (ou não) falar.
Por uma questão de coerência, devo começar pelos ornitorringos.
Mas não. Começo pelas abelhas. E porquê? Porque sim.
Não é lá grande argumento mas é o que se arranja.
Vós sabeis porque é que as abelhas voam? Eu não.
Sei só que o facto de terem assas não justifica (à luz da ciência) tal capacidade.
Há muitos cientistas que estudam o voo das abelhas. Mas deparam-se com um problema. (Para eles. para as abelhas não é problema nenhum.)
As assas são muito pequenas para o peso das abelhas e por isso elas não deveriam poder voar.
Mas podem. Tanto podem que voam. E fazem cera. E fazem mel. E fazem ataques Kamikazes. E fazem trinta por uma linha. Têm um ferrão e cravam-no na pele de alguém como que se de um vento divino se tratasse. Por isso, eu acho que as abelhas vêm do Japão.
Eu não gosto de ser picado por abelhas. Dói.
Quem gosta de abelhas é o Clemente. Diz que queria ser uma.
Por isso voz deixo este belo tema. "Colmeia do amor".
http://www.youtube.com/watch?v=YWJlGTpWJpo
Adeus e saudinha...da boa.
domingo, janeiro 24, 2010
O bolo-rei
Já passou a época do bolo-rei.
Eu estou como o outro. Nem gosto de bolo-rei.
Só escrevo sobre o bolo-rei por uma razão. Porque o meu sentido de dever diz-me que para escrever sobre o bolo-rei.
Bom. Na verdade diz-se só para escrever. Mas como o bolo-rei é um assunto tão bom como qualquer outro, é sobre ele que me debruço. (Sobre o assunto, não sobre o bolo.)
Devem estar à espera que eu fale sobre o brinde e sobre a fava.
Então cá vai:
Já não há brinde nem há fava. Agora é proibido porque as criancinhas podem-se engasgar. Esse argumento é uma treta porque o bolo-rei é para os adultos e para as criancinhas (eu incluido) há o pão de ló que é uma maravilha. Até com chouriço.
ganhar o brinde também nunca era nada de especial. Uma cruzinha para pendurar num colar não cativa ninguem.
A fava era, essa sim, um problema. Era essa a ideia mas era injusto. Não bastava ter de comer uma fatia de bolo-rei com a a fava que é fraca em toda a linha (mesmo para quem gosta de bolo-rei e de favas), como ainda por cima obrigava a pagar o próximo bolo-rei.
Era quase como mandar quem a apanhasse á fava. Mandar á fava é bom porque não obriga a dizer palavrões. E por escrito, principalmente na internet, não gosto de os usar porque não sei a que horas as pessoas os poderão ler.
O bolo-rei tem frutos secos e frutas cristalizadas. Fora isso é bom.
O bolo-rainha é uma modernice e nem interessa saber o que leva. A Maria Cavaco Silva serviu desse á rainha Sofia. Do bolo-rei também. mas o João Carlos não estava lá.
Em 1910 quis passar-se a chamar ao bolo-rei, bolo-presidente ou bolo-Arriaga. Mas não pegou, apesar de se adequar melhor ao regime republicano que nessa altura começou a vigorar.
Por um lado é bom. Já viram o embaraço que era para o Cavaco não conseguir comer bolo-presidente? Se calhar foi por isso que ele e o João Carlos não foram tomar chá e comer bolo com suas esposas durante a cimeira ibero-americana.
Mas seria giro. Depois saía a fava ao rei de Espanha e lá tinha o contribuinte de pagar a viagem a Madride para o senhor presidente ir comer bolo.
Assim foi melhor.
Sem mais me despeço desejando saudinha... da boa, claro.
Eu estou como o outro. Nem gosto de bolo-rei.
Só escrevo sobre o bolo-rei por uma razão. Porque o meu sentido de dever diz-me que para escrever sobre o bolo-rei.
Bom. Na verdade diz-se só para escrever. Mas como o bolo-rei é um assunto tão bom como qualquer outro, é sobre ele que me debruço. (Sobre o assunto, não sobre o bolo.)
Devem estar à espera que eu fale sobre o brinde e sobre a fava.
Então cá vai:
Já não há brinde nem há fava. Agora é proibido porque as criancinhas podem-se engasgar. Esse argumento é uma treta porque o bolo-rei é para os adultos e para as criancinhas (eu incluido) há o pão de ló que é uma maravilha. Até com chouriço.
ganhar o brinde também nunca era nada de especial. Uma cruzinha para pendurar num colar não cativa ninguem.
A fava era, essa sim, um problema. Era essa a ideia mas era injusto. Não bastava ter de comer uma fatia de bolo-rei com a a fava que é fraca em toda a linha (mesmo para quem gosta de bolo-rei e de favas), como ainda por cima obrigava a pagar o próximo bolo-rei.
Era quase como mandar quem a apanhasse á fava. Mandar á fava é bom porque não obriga a dizer palavrões. E por escrito, principalmente na internet, não gosto de os usar porque não sei a que horas as pessoas os poderão ler.
O bolo-rei tem frutos secos e frutas cristalizadas. Fora isso é bom.
O bolo-rainha é uma modernice e nem interessa saber o que leva. A Maria Cavaco Silva serviu desse á rainha Sofia. Do bolo-rei também. mas o João Carlos não estava lá.
Em 1910 quis passar-se a chamar ao bolo-rei, bolo-presidente ou bolo-Arriaga. Mas não pegou, apesar de se adequar melhor ao regime republicano que nessa altura começou a vigorar.
Por um lado é bom. Já viram o embaraço que era para o Cavaco não conseguir comer bolo-presidente? Se calhar foi por isso que ele e o João Carlos não foram tomar chá e comer bolo com suas esposas durante a cimeira ibero-americana.
Mas seria giro. Depois saía a fava ao rei de Espanha e lá tinha o contribuinte de pagar a viagem a Madride para o senhor presidente ir comer bolo.
Assim foi melhor.
Sem mais me despeço desejando saudinha... da boa, claro.
sábado, janeiro 23, 2010
O sol
Como sabem, por vezes pauto as temáticas que abordo pelo calendário relegioso e pelo tempo que faz. É uma fácil solução que permite arranjar temas de que falar a quem não tem nada para dizer.
Pois não é o caso. Vou falar sobre o sol. E porquê? Porque está de chuva.
É um bocado estúpido mas é assim que vai ser.
Já falei da neve, do tempo em geral, da chuva (de molha tolos). Agora falo do sol.
O Sol é uma pequena estrela e a terra anda á volta dela seguindo as leis de Kepler (não é p Pepe, é o astrólogo).
Mas não falarei do Sol. Falarei do sol.
O sol é o tempo que faz quando não chove e o céu está limpo. E é de dia. Por isso dá para ver o sol.
Agora anda de chuva. Rega as couves. E os nabos (brrrreeec).
Se estivesse de sol, aquecia um bocadinho e as pessoas não se queixavam da chuva. Queixavam-se da vida ou do governo. Ou doutra coisa qualquer.
O ideal era sol na eira e chuva no nabal. mas não pode ser.
Também não vale a pena escolher uma delas porque não serve de nada. O tempo é o que calha. Não é o que queremos. Até porque uns querem sol, outros querem chuva, vento, neve, etc..
Se calhar até há quem queira nevoeiro. Mas eu não conheço ninguem assim. Sóm se for para mandar boquinhas ordinárias. (O bom ordinarão não precisa do nevoeiro. manda-as de qualquer maneira.)
Com o sol vem o calor. Depois as esplanadas. Depois as pessoas vão para a praia e para as esplanadas para apanhar sol.
Pelo menos é o que dizem. Vão é micar as gaijas. Até as gaijas. E vão-se pavonear para a praia e para a beira das esplanadas.
O sol é como os amendoins. Puxa ás cervejas. Eu não bebo cervejas mas como amendoins.
Há pessoas que não têm cuidado com o sol e apanham escaldões. Depois ficam vermelhos como tomates (maduros).
Se estivesse de sol, eu lembrava-me de mais coisas sobre o sol. Assim, e como tenho de ir jantar, vou-me embora e deixar isto por aqui.
Pois não é o caso. Vou falar sobre o sol. E porquê? Porque está de chuva.
É um bocado estúpido mas é assim que vai ser.
Já falei da neve, do tempo em geral, da chuva (de molha tolos). Agora falo do sol.
O Sol é uma pequena estrela e a terra anda á volta dela seguindo as leis de Kepler (não é p Pepe, é o astrólogo).
Mas não falarei do Sol. Falarei do sol.
O sol é o tempo que faz quando não chove e o céu está limpo. E é de dia. Por isso dá para ver o sol.
Agora anda de chuva. Rega as couves. E os nabos (brrrreeec).
Se estivesse de sol, aquecia um bocadinho e as pessoas não se queixavam da chuva. Queixavam-se da vida ou do governo. Ou doutra coisa qualquer.
O ideal era sol na eira e chuva no nabal. mas não pode ser.
Também não vale a pena escolher uma delas porque não serve de nada. O tempo é o que calha. Não é o que queremos. Até porque uns querem sol, outros querem chuva, vento, neve, etc..
Se calhar até há quem queira nevoeiro. Mas eu não conheço ninguem assim. Sóm se for para mandar boquinhas ordinárias. (O bom ordinarão não precisa do nevoeiro. manda-as de qualquer maneira.)
Com o sol vem o calor. Depois as esplanadas. Depois as pessoas vão para a praia e para as esplanadas para apanhar sol.
Pelo menos é o que dizem. Vão é micar as gaijas. Até as gaijas. E vão-se pavonear para a praia e para a beira das esplanadas.
O sol é como os amendoins. Puxa ás cervejas. Eu não bebo cervejas mas como amendoins.
Há pessoas que não têm cuidado com o sol e apanham escaldões. Depois ficam vermelhos como tomates (maduros).
Se estivesse de sol, eu lembrava-me de mais coisas sobre o sol. Assim, e como tenho de ir jantar, vou-me embora e deixar isto por aqui.
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