sábado, junho 12, 2010

O Mundial 2010


Por esta altura, anda tudo a escrever sobre o mundial. A bola que não é lá grande espingarda. O Ronaldo não na seleção não joga nada, a segurança ou lá o que é aquilo, e aquelas gaitas armadas ao forinha que estão na moda e tudo, e tudo, e tudo.

Não que eu queira ser como os outros, mas a tradição deste espaço obriga-me a falar sobre o mundial. E o espantoso bom-senso de quem diz mal das cornetas, obriga-me (por muito que me custe) a dar razão á moda que já se criou de maldizê-las.

Além disso, ou falava do mundial (cuja mascote tem cabelo de relva) ou dos casamentos de santo António. Portanto, teve de ser.


O boneco que chama-se Zakumi, em português ASdez, (parece uma sequência de Poquer mas não é) é um leopardo. O Goleo 6 era um leão (po isso,não foram muito criativos, mas se nos lembrarmos do Ciao vemos que foi uma aposta segura).

Eu gostava do Goleo mas também gosto deste. Não gostava do Ciao nem dos ET´s da Coreia e Japão. A galinha da França era-me indiferente e não me lembro do boneco doa EUA. O Pique era simpático mas é preciso esquecer tudo que tenha a ver com o México 86.

O Berlino não era do Mundial mas fez aquela posse com o Bolt.


Ainda não houve muitos tiros. só assaltos. Por esta altura na CAN, o Togo já tinha ido embora. Ou então houve tiros mas ninguém ouviu por causa das gaitas. É aqui começo a dizer mal delas. Não houvesses censura aqui e dava um concelho a quem as inventou. Dizia para fazer um determinado uso delas. mas com isso, eu tocaria a brejeirice.

Não se pode levar apitos para o estádio porque se confundem com o do árbitro. Mas pode-se levar tal artefacto demoníaco que deixa o pessoal maluquinho das ideias e acaba o jogo a confundir tudo na mesma.

Mais valia levar bombos para o mundial e levar essas gaitas para os casamentos de santo António.

Se eu mandasse, essas gaitas eram proibidas. E os casamentos de santo António também.

Ou pelo menos punha os casamentos de santo António na Sport TV e o jogo da Argentina com a Nigéria em canal aberto.

Já devem ter percebido que tenho a televisão ligada nesses matrimónios mouriscos.
É melhor pôr-me a andar e ver a bola.
Então, saudinha...da boa.

segunda-feira, março 22, 2010

O rio Este

Há rios famosos pela água, pelos peixes, pelas paisagens em que se inserem e pelo cheiro a bedum.
O rio Este inclui-se nesta última categoria. Mas já foi pior, agora há dias em que até escapa.
No sábado era tanta a água e corria tão depressa que até dava para fazer rafting. Parecia o rio Paiva. Também parecia as ribeiras da Madeira mas não destaquei isso em primeiro porque parecia mal.
Nessa altura, o rio Este poderia até ser conhecido pela água. E querem saber a curiosidade?
Se não quiserem, avancem o próximo parágrafo.
A água levava tanta terra que ficou castanha. Logo no dia que não cheirava a cocó e que o tinha bem diluidinho é que tinha cor de cocó. Eu achei isso muito engraçado.
Apesar deste rio ter muito esgoto, quando desagua no Ave aumenta a concentração de água neste último. O Ave tem mais cocó que água (Pelo menos em Vila do Conde. Em até Vieira dá para tomar banho fresquinho.). O Este sempre tem mais um bocado água do que cocó. Ou então é ela por ela.
Na rua dos Barbosas há casas em que o quintal é uma praia fluvial. Mas no sábado, não tinham quintal. Se havia praia, devia ser um lanço de escadas entre o rés do chão e o primeiro. Isso parece muito bom mas não é. E sabem porquê, porque essas escadas são dentro de casa e lá não dá Sol.
O que valeu é que esta chuva toda foi em Março. Se fosse em Junho, levava as figuras todas. O São João, o menino Jesus e tudo iam com a água. Ia ser bonito. Mas o conceito de cascata ficava com maior significado.
P.S.: Escrevo sobre este rio agora, porque ainda é canalizado. Quando o desencanarem não sei se ainda me vai apetecer.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

A mão da vaca

Ninguém lhe ganha, a não ser que " haja mão de Vaca"
Segundo o farricoco, foi o que disse o Bininho Trivelas sobre o SCBraga esta época.
Já vi que essa grandessissima vaca mais parece um polvo.
Lembrem-se do que significa "polvo" no mundo da begueirice. Uma "cabeça" ao centro. Mais tentáculos que as mães...
Ainda assim, façam este exercício. Imaginem uma vaca que parece um polvo. como será?
Também o farei. Mas não será fácil. Desde que no 1º de Maio ouvi dizer a um árbitro o mais belo "insulto" que já ouvi, que faço um exercício parecido.
O "insulto" foi, e nunca mais me esquece: "És como um burro, óh urso!"
Desde então que tento imaginar um urso que é como um burro. Para mim é mais fácil porque estava a ver o trabalho que o urso do árbitro estava a fazer e confirmo que parecia um burro.
Portanto deixo-vos com dois exercícios para fazer. Imaginar uma vaca que parece um polvo e um urso que é como um burro. E se quiserem fazer o mesmo com outros animais...Por mim, é na boa.
P.S.: Parece que a vaca está mesmo empenhada em parar o Mossoró. Mas será só uma pausa. Na verdade, "ninguém pára o Mossoró, Iaia ó"!
P.S.2: Depois desta será difícil voltar a falar dos animais porque nem os gambozinos podem ombrear com ursos que são como burros e vacas que parecem polvos.

sexta-feira, janeiro 29, 2010

O 2010

Como ainda estamos em Janeiro, tenho toda a legitimidade para escrever sobre o ano de 2010. Senão só a voltaria a ter no fim do ano e teria de ter uma abordagem diferente.
Seja como for, isso da legitimidade é muito bonito mas pouca moça me faz e se me apetecesse, até em Agosto escreveria sobre o ano novo.
O que é que 2010 vai ter de especial?
No grosso, vai ser um ano como os outros.
Mas há mundial de futebol e desta vez é em África. A África até é perto mas foram logo por o mundial no sítio mais no sul de África o que torna longe.
Esse sítio é tão no sul de África que até se chama África do Sul. No fundo é como se houvesse duas Áfricas. A do norte, que iria até Moçambique e a África do Sul que é só aquele migalhito lá na esquina.
Quando fôr o mundial eu vou ficar muito nervoso. E não é pelo futebol em si, ou pelo mister não pôr a equipa que eu quero. É porque o mesmo mister já se pôs a armar ao pingarelho e a dizer que a música do feeling era isto ou era aquilo. O que é não sei. Sei o que ser. vai ser um problema que vai andar a televisão a mostrar o Cristiano Ronaldo a fintar estrangeiros e a maldita a dar por cima. E depois vai dar outra coisa e a dita continua. E assim. Não me vou alongar senão enervo-me.
Noutro plano. os feriado de 25 de Abril, Sexta-feira Santa, 1 de Maio e 15 de Agosto calham ao fim de semana o que é mau. São menos feriado.
Boa, estavam atentos com a Sexta-feira Santa. Este ano calha á sexta.
O Ano terá 365 dias, como de costume. Alguns de frio, outros de calor.
No Inverno mais dias de frio. No verão nunca se sabe.
Se quiserem saber das luas e marés é melhor verem no borda d´água.
Agora estão a chamar por mim, por isso vou embora.
talvêz depois escreva mais sobre isto.
Tudo de bom e o que eu estimo é o que vos desejo.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

As abelhas

Pois é.
Agora resolvi escrever sobre animais.
Uma vez que há muitos animais na natureza, abre-se toda uma panóplia de assuntos sobre os quais posso (ou não) falar.
Por uma questão de coerência, devo começar pelos ornitorringos.
Mas não. Começo pelas abelhas. E porquê? Porque sim.
Não é lá grande argumento mas é o que se arranja.
Vós sabeis porque é que as abelhas voam? Eu não.
Sei só que o facto de terem assas não justifica (à luz da ciência) tal capacidade.
Há muitos cientistas que estudam o voo das abelhas. Mas deparam-se com um problema. (Para eles. para as abelhas não é problema nenhum.)
As assas são muito pequenas para o peso das abelhas e por isso elas não deveriam poder voar.
Mas podem. Tanto podem que voam. E fazem cera. E fazem mel. E fazem ataques Kamikazes. E fazem trinta por uma linha. Têm um ferrão e cravam-no na pele de alguém como que se de um vento divino se tratasse. Por isso, eu acho que as abelhas vêm do Japão.
Eu não gosto de ser picado por abelhas. Dói.
Quem gosta de abelhas é o Clemente. Diz que queria ser uma.
Por isso voz deixo este belo tema. "Colmeia do amor".

http://www.youtube.com/watch?v=YWJlGTpWJpo
Adeus e saudinha...da boa.

domingo, janeiro 24, 2010

O bolo-rei

Já passou a época do bolo-rei.
Eu estou como o outro. Nem gosto de bolo-rei.
Só escrevo sobre o bolo-rei por uma razão. Porque o meu sentido de dever diz-me que para escrever sobre o bolo-rei.
Bom. Na verdade diz-se só para escrever. Mas como o bolo-rei é um assunto tão bom como qualquer outro, é sobre ele que me debruço. (Sobre o assunto, não sobre o bolo.)
Devem estar à espera que eu fale sobre o brinde e sobre a fava.
Então cá vai:
Já não há brinde nem há fava. Agora é proibido porque as criancinhas podem-se engasgar. Esse argumento é uma treta porque o bolo-rei é para os adultos e para as criancinhas (eu incluido) há o pão de ló que é uma maravilha. Até com chouriço.
ganhar o brinde também nunca era nada de especial. Uma cruzinha para pendurar num colar não cativa ninguem.
A fava era, essa sim, um problema. Era essa a ideia mas era injusto. Não bastava ter de comer uma fatia de bolo-rei com a a fava que é fraca em toda a linha (mesmo para quem gosta de bolo-rei e de favas), como ainda por cima obrigava a pagar o próximo bolo-rei.
Era quase como mandar quem a apanhasse á fava. Mandar á fava é bom porque não obriga a dizer palavrões. E por escrito, principalmente na internet, não gosto de os usar porque não sei a que horas as pessoas os poderão ler.
O bolo-rei tem frutos secos e frutas cristalizadas. Fora isso é bom.
O bolo-rainha é uma modernice e nem interessa saber o que leva. A Maria Cavaco Silva serviu desse á rainha Sofia. Do bolo-rei também. mas o João Carlos não estava lá.
Em 1910 quis passar-se a chamar ao bolo-rei, bolo-presidente ou bolo-Arriaga. Mas não pegou, apesar de se adequar melhor ao regime republicano que nessa altura começou a vigorar.
Por um lado é bom. Já viram o embaraço que era para o Cavaco não conseguir comer bolo-presidente? Se calhar foi por isso que ele e o João Carlos não foram tomar chá e comer bolo com suas esposas durante a cimeira ibero-americana.
Mas seria giro. Depois saía a fava ao rei de Espanha e lá tinha o contribuinte de pagar a viagem a Madride para o senhor presidente ir comer bolo.
Assim foi melhor.
Sem mais me despeço desejando saudinha... da boa, claro.

sábado, janeiro 23, 2010

O sol

Como sabem, por vezes pauto as temáticas que abordo pelo calendário relegioso e pelo tempo que faz. É uma fácil solução que permite arranjar temas de que falar a quem não tem nada para dizer.
Pois não é o caso. Vou falar sobre o sol. E porquê? Porque está de chuva.
É um bocado estúpido mas é assim que vai ser.
Já falei da neve, do tempo em geral, da chuva (de molha tolos). Agora falo do sol.
O Sol é uma pequena estrela e a terra anda á volta dela seguindo as leis de Kepler (não é p Pepe, é o astrólogo).
Mas não falarei do Sol. Falarei do sol.
O sol é o tempo que faz quando não chove e o céu está limpo. E é de dia. Por isso dá para ver o sol.
Agora anda de chuva. Rega as couves. E os nabos (brrrreeec).
Se estivesse de sol, aquecia um bocadinho e as pessoas não se queixavam da chuva. Queixavam-se da vida ou do governo. Ou doutra coisa qualquer.
O ideal era sol na eira e chuva no nabal. mas não pode ser.
Também não vale a pena escolher uma delas porque não serve de nada. O tempo é o que calha. Não é o que queremos. Até porque uns querem sol, outros querem chuva, vento, neve, etc..
Se calhar até há quem queira nevoeiro. Mas eu não conheço ninguem assim. Sóm se for para mandar boquinhas ordinárias. (O bom ordinarão não precisa do nevoeiro. manda-as de qualquer maneira.)
Com o sol vem o calor. Depois as esplanadas. Depois as pessoas vão para a praia e para as esplanadas para apanhar sol.
Pelo menos é o que dizem. Vão é micar as gaijas. Até as gaijas. E vão-se pavonear para a praia e para a beira das esplanadas.
O sol é como os amendoins. Puxa ás cervejas. Eu não bebo cervejas mas como amendoins.
Há pessoas que não têm cuidado com o sol e apanham escaldões. Depois ficam vermelhos como tomates (maduros).
Se estivesse de sol, eu lembrava-me de mais coisas sobre o sol. Assim, e como tenho de ir jantar, vou-me embora e deixar isto por aqui.

terça-feira, janeiro 12, 2010

A Neve

Ai, a neve é tão linda! Até parece as amendoeiras em flôr!
Toda a gente gosta da neve. Dizem que é linda. E que parece as amendoeiras em flôr.
Ontem disseram-me que estava a nevar. E que estava bonito.
Eu não vi nada. Fiquei em casa quentinho e quando saí para ir buscar lenha não vi nada disso.
Mas foi com satisfação que recebi a notícia. Não pela neve, nem foi bem por estar a nevar.
Foi porque às tantas ouvi que estava a chover e lá para o meio vinha um ou outro floco de neve.
-E então? Deve estar a pensar o/a senhor(a) leitor(a) (no caso de alguem lêr isto).
Então que até me deu jeito.
-Quê? Deve estar agora a pensar. Também deve estar a pensar que tem mais que fazer. Mas isso não é verdade porque só um desocupado é que vem ler os devaneios deste espaço que (alegadamente) pouco tem a ensinar.
Não desespere que eu passo a explicar:
Ora bem.
Vou tentar ser breve.
Espero fazer-me entender.
O que se passou foi o seguinte.
Na véspera do já tão famigerado dia de neve que fêz com que não se falasse de mais nada (nem do Vandinho, só a título de exemplo), e perante o frio que se fazia sentir, em ocasião em que não devia estar calado (pelo menos, não tinha de estar) e não só por gostar de dizer sempre aquele chavão bem velhinho mas por sentir que era uma oportunidade que não tinha todos os dias de o dizer lá o disse.
Isto numa profunda conversa que já vinha de trás e que foi qualquer coisa como isto.
-Pois é.

-Está fresquinho.
-Pois está.
-Se chover...neva (este foi o tal chavão, o resto foi só aquecimento)
Aí é que o caldo ficou entornado numa acessa discusão sobre se nevaria se chovesse, tendo eu de ouvir alegações de que se chevesse era porque não staria a nevar e vice-versa. E mais. De que não poderia chover e nevar ao mesmo tempo.
Bem, o tempo deu-me razão. (O tempo da meteorologia não o dos relógios)
E pronto, achei importante dizer isto.
Também é importante dizer que isso da neve é frio e que depois de derreter dá uma lama nojenta. E que é preciso ter cuidado para não escorregar e cair.
Ah se conduzir, é importante adequar a sua condução ás condições do estado do tempo.

Muito obrigado e saudinha.
Da boa.

P.S.: Com frio, agassalhe-se.

segunda-feira, abril 27, 2009

Os palitos

"Vou cortar esta árvore para fazer palitos!"
Em muitos desenhos animados ouvi eu esta frase.
Mas que importa isso para o caso? Nada.
Quer dizer, só a alusão aos palitos.
Também há alusões a palitos quando se diz que alguem pôs os palitos em outrem. mas não quero ir por ai.
Já repararam que nos canivetes suiços (quer nos verdadeiros,quer na maioria dos falsos) há sempre, entre várias utilidades de que nos servir, um palito? Um palito e uma pinça.
Estão assim postos no lado, como se fossem utilidades menores mão dão bem mais jeito que certas coisas que há para lá.
Além disso, são vistas como coisas absolutamente relacionadas uma com a outra.
Têm algo em comum, mas é só o facto de estarem enfiados naqueles buraquinhos em vez de estarem ligados ao corpo do canivete.
A pinça, apesar de dar jeito às vezes, é coisa de mulher. Já palito, é de homem. Mas o do canivete não é grande coisa para andar com ele na boca. Só mesmo para palitaros dentes.
Alem disso, os palitos dos canivetes suiços são de plástico e não de madeira. É por isso que duram mais, mas também é por isso que não são tão bons.
E mais ainda, é por isso que não vale a pena cortar árvores para fazer palitos. A não ser que se queira instalar uma fábrica onde estão as árvores.
Há vários tipos de palitos, os lascados e os redondos. Os que têm as duas pontas afiadas e os que só têm uma, é para o rissol. E há combinaçoes entre estas variaveis em diferentes madeiras e os dos canivetes.
Agora já quase não se vêem os palitos lascados, só redondos. É pena!

terça-feira, abril 07, 2009

As cruzes

"Marca as cruzes, faz a festa depois"
É o que diz a santa casa da mesiricórdia.
Contudo, e apesar de ser o hábito, esta posta não está marcada pelo calendário religioso.
Isto, porque as cruzes a que me refiro são as do Totobola.
Sim, essa cena do 1x2 que tem muito mais mérito do que o euromilhões mas tem muito mais valor, e quem o ganha merece mais reconhecimento.
Ganhar o Totobla tem que se lhe diga, não é só sorte. tem ciência.
Há que saber de bola. Senão a probobilidade de ganhar é de 1 para 1.59432 milhões. Sem contar com o super 14. Para ganhar o jackpot é 16 vezes menor.
Ou seja, não é nada fácil, a não ser que se saiba de bola, é bem viavel passar a vida toda sem ganhar o totobola. Mesmo jogando.
Eu nunca jogo nesses jogos da moda, mas já tive a minha sociedade de totobola.
Nunca ganhamos dinheiro, mas dava para discutir muito de futebol e cantar belas musiquinhas.
E só custava 30 cêntimos a cada um.
Acho que devia reata-la apesar de ser um jogo muito dificil.
Não há aquilo das apostas aliatórias. Queres jogar, tens de marcar as cruzes, o resto é conversa.
O Totobola é que é para homens, não é fácil, embora seja barato.
Também não cria excentrícos. Mas quem ganhar o totobola, pelo menos, se for mais do que uma vez, em pode roubar o emprego ao Santos dos caracolitos.
Lamento seiriamente que já não dê à quarta-feira o programa televisivo "vamos jogar no totobola". Eu gostava muito dos documentários sobre a pesca do bacalhau nas água frias do Mar do Norte.
Bem, vamos ao meu prognóstico:
11x 1x2 x22 1122
Evidentemente que me refiro ao concurso 15/2009.

Pronto, como tem de haver duas apostas faço uma múltipla, com a dúpla 1x no jogo 11 Oliveirense-Portimonense.

Com esta me despeço, e espero que a partir de agora vejam que eu percebo muito do totobola e de cálculo de probabilidade.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

O despedimento colectivo - comunicado

A administração deste Bloguinho vem por este meio informar o despedimento colectivo de colaboradores.
Todos, excepto o que usa o nome "Karoglan", foram excluídos deste espaço de opinião e de outras coisas.
Não deixando de destacar as qualidades profissionais e humanas dos membros enxotados como baratas, não é possível deixar de dizer que são todos uns begueiros que não colaboram há anos.
Esta foi, com efeito, a razão de tal decisão.
Lamentando a necessidade de ter de tomar tal medida, se informa o(s) leitor(es) deste espaço que o mesmo continuará a funcionar sem prejuízo de qualquer ordem e que continuarão a ser lançadas postas à medida que os restantes membros deste blog (eu) entenderem ser adequado.
Com os melhores cumprimentos, JCosta.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

O tempo

Ai, o tempo!
Mas afinal de que tempo se fala?
Daquela coisa que passa e se vê nos relógios ou calendários?
Ou daquela coisa que está? Se é chuva, se é vento? Se é frio? Se está feio? Não falo de sol, tempo bonito ou temperaturas agradaveis porque sou um fatalista e gosto de me queixar.

Falo da segunda. E porquê? Porque não sei de que mais hei de falar, e quando é assim, fala-se do tempo. Um exemplo:

-Tá fresquinho, hoje.
-É verdade, e dão chuva para amanhã.
-Pode ser que não, eles são todos uns mentirosos.
-Pois.

Um pequeno exemplo que tem muito para analisar. Em primeiro lugar. a ausência de exclamações. Mas isso é porque a conversa é aborrecida. Depois as frases.

"-Tá fresquinho, hoje." É só um desbloqueador de conversa.

"É verdade, e dão chuva para amanhã." A conversa continua com concordância e um dado novo.
Mas o interessante é a refência a uma certa entidade ainda que implicitamente. Eles.

"Pode ser que não, eles são todos uns mentirosos." Alguma esperança, mas que advem de uma desconfança intrínseca ao conceito de eles.

A conversa morre já aqui. Mas como já começou a comunicação, pode-se continuar a falar sobre qualquer assunto.

Mas sobre essa entidade, eles. Quem são? Evidentemente, os gaijos da meteorologia.
São tidos como mentirosos mas toda a gente anda atenta ao que dizem para organizar sua a vida.

Seria interessante fazer um inquérito de opinião. Acha que eles são mentirosos? E os políticos? Quem é mais?
É que os políticos ainda ganham votos a mentir. Mas eles ganham o quê? Nada. A não ser que gostem de ver o pessoal a andar de chuso em dias de sol e a andar em mangas no meio de um vendaval. Só pode.

É por essas e por outras que não ligo ao que eles dizem. Só gosto de ver o Antímio e de ouviro Mário Crespo a falar de alguma efeméride napoleónica.

Acabei por falar sobre eles e não sobre o tempo. Mas isso só vem dar credibilidade ao que eu digo.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Os elevadores

Eles sobem e descem para cima e para baixo. Parecem as acções nos mercados da bolsa. Mas estas só descem. É por causa da crise.
No fundo, são como a vida e os interruptores, ora para cima, ora para baixo, ora parados.
Às vezes estão parados e nós à espera.
Às vezes até ficam parados com gente dentro e com a porta fechada. Habitualmente, isto acontece por causa do famigerado, artigo 75. (O artigo 75 é uma coisa quem não me apetece explicar o que é. Mas, pelo sim, pelo não, não parem o elevador sem ser preciso.)
Às vezes, até ficam parados com pessoas dentro porque entrou o artigo 75 e nós à espera.
Cheguem, inclusivamente a cair, enquanto as escadas ficam ali, rijas. Aconselham-se até quando está tudo arder. Mas a arder a sério, com chamas. E brasas. E labaredas. E fumo que dava para curar mil presuntos. E assim.
Mesmo assim, todos gostamos dos elevadores. E porquê?
Porque graças a eles não nos cansamos tanto, porque têm botões e também têm amiude um autocolante amarelo com um homem entado com um caixote do lixo. E têm um espelho.
Gostamos tanto de elevadores, que até nos sujeitamos a entar num lugar pequenissimo com os vizinhos todos.
E depois, nem olhamos para eles de frente nem deixamos de olhar. E baralhamo-nos com as frases "bom dia", "boa tarde" e "boa noite".
Mas acertamos sempre quando falamos da chuva e do frio.
Ainda assim, eu gosto dos ascensores, como eles gostam de ser tratados. Principalmente, quando vou subir muito e estou carregado.
Não gosto é daqueles panorâmicos porque dão vertigens nem dos da casa do Martins porque são estúpidos.

sexta-feira, novembro 14, 2008

A página 5

Pois é. Para quem não sabe, estou a escrever isto no dia 14 de Novembro de 2008. Esta informação é importante, pois, nesta posta, vou escrever a palavra Hoje, e assim, já sabem a que dia me refiro quando uso tal palavra.
Cá vai, hoje estive a ler o jornal Record, essa grande publicação que não vale a ponta de um corno mas que hoje até dava para aproveitar uma página. Era a página 5.
Já estão a pensar que esou a falar do Peixoto, mas não.
Em primero lugar quero fazer uma nota ao ranking dos palpites, liderado pelo grande (pelo menos para os lados) Artur agostinho. Neste, o Dias Ferreira está em 6º e o Rui Santos em 15º. É a diferênça entre ter uma irmã a queres ir para o governo ou ter os caracois e mesmo, os caracolitos.
Mas o grande interesse desta página é uma daquelas notícias breves que fala sobre os interpretes dos hinos nacionais para o jogo Brasil-Portugal no Bezerrão.
Por Portugal actua Eugénia de Melo e Castro, o que eu acho mal. Se queriam alguem portugês que tenha morado no Brasil, devia ir o Roberto Leal. Até tem experiência nessa posição. Fazia-se era rodar o plantel e dava-se folga ao filho deve.
Mas se esta escolha parece engraçada, não esqueçamos que o Brasil vai actuar com uma dupla nessa região do terreno. É o Zezé de Camargo e o Luciano.
Vai ser muito dificil batê-los. Apelo ao Mister Queiróz que repense a sua opção. Precisamos mesmo do Roberto Leal. Se for mesmo preciso que traga o filho. Já que temos o Pepe e o Deco...

terça-feira, julho 08, 2008

Os assentos, cedilhas e afins

Ah, pois. Hoje vou falar de assentos, cedilhas e assim. E o que me leva a fazer isso?
O que me levou a resolver falar sobre tal foi um desafio que lancei a mim mesmo.
E em que consiste esse desafio? Consiste em escrever um texto que não precise de nenhum desses sinais bem habituais na escrita do idioma luso.
Ainda assim, devem estar a pensar que raio de ideia a minha de me lançar tal desafio. E muito bem.
Mas, antes de vos explicar, quero deixar bem claro que pretendo escrever sem qualquer erro, embora nunca esteja safo disso.
Pois bem, o que me levou a tomar tal intento foi um pequeno filme que vi no mais afamado local da Internet dedicado propriamente a filmes.
Tal filme, um conselho dado por Bruno Aleixo, mostrando a sua grande sabedoria, desincentiva quem o visiona a evitar permitir a estudantes Erasmus que usem os seu computadores pessoais.
Mais, Bruno Aleixo ,reconhecidamente, o urso mais sabedor de todo Portugal, explica o motivo de tal conselho. Esse motivo parece fazer todo o sentido. Pois, segundo Aleixo, estes estudante configuram logo o teclado a seu modo da e, com isso, impossibilitam o uso de cedilhas.
Recuso citar o Urso porque, assim, iria comprometer o sucesso do desafio que aceitei.
Bom, eu sou bem experiente nestas coisa, pelo menos desde que comecei a escrita deste texto e atesto que tal dificulta, de facto, a escrita de quem quer escrever bem.
Contudo, tais dificuldades podem ser ultrapassadas com alguma facilidade, como penso que este texto comprova.
Ainda assim, considero melhor evitar tais riscos, seguir o conselho e poupar trabalho.
Sem mais, restam as despedidas, com amizade como fazia o engenheiro Sousa Veloso.

P.S.: Espero que o facto de pontuar o texto seja coerente com o problema sobre o qual escrevo.
Se algum dos senhores leitores emprestar o seu computador a um estudante Erasmus, certamente me vai esclarecer.

quarta-feira, maio 28, 2008

A Galp

Pois é, após algum tempo sem actualizar este espaço cibernético, está aqui um novo texto.
E vou continuar a falar sobre a questão automovel. Mais precisamente sobre a maior petrolífera nacional.
Numa altura de grande contestação acerca da escalada vertiginosa dos preços dos combustiveis, fui sensivel a falar em protesto contra a galp.
E porquê, precisamente porque se anda tudo a queixar e a Galp tem sido pioneira na luta contra as queixinhas, algo visivel nos anúncios publicititários dos últimos anos.
Daí, e fase ao momento que vivemos, em termos de calendário desportivo, estranho o silêncio desta companhia, quando noutras ocasiões, foi quem chamou a atenção de que as queixas eras não só excesivas, como inuteis, ou mesmo, contraproducentes.
Sendo que os preços dos combustiveis aumentam, os lucros da Galp também, os apelos habituais até teriam um duplo significado. Seriam duas vezes intressantes, portanto.
Se o próprio autocarro da seleção tem de ser empurrado por populares, estamos muito mal.
Que raio de promoção é essa? Parece que não há guito para o gasol! Sim, disse gasol.
Esperaria eu que a Galp apenas pedisse, e passo a citar "menos ais, quero muito mais!".
Agora isto...

segunda-feira, abril 28, 2008

A junta da colassa

Sabeis o que é a junta da colassa?
Provavelmente não. Se não, esta mensagem é para vós.
Não, não vos vou explicar, e porquê? Porque não me apetece, porque isso não é importante e porque não faço ideia nenhuma.
Contudo, acho que este componente automovel não tem, mas nem pouco ou menos, a importância que lhe é atribuida. Está sobrevalorizada.
Se calhar não vislumbram em mim, auroridade moral para falar neste tema. E isto, precisamente porque, como eu mesmo disse, não percebo nada do asunto.
Mas há assuntos, e este está no topo da lista, que devem ser falados, mesmo (ou principalmente) por quem não percebe deles. Alem disso, eu falo do que quero, e quem não gosta é porque é um begueiro.
Toda a gente fala da junta da colassa, eu também posso. Até devo. Qualquer dia também falarei de gambizinos.
Mas a junta da colassa é um mito urbano e os gambozinos são um mito rural.
Apesar de tudo, a junta da colassa, tal como a própria colassa e a própria cambota são fundamentais no motor. Sem eles não dá para fazer grande coisa.
A centralina, isso, é uma modernice que não interessa nem ao menino jesus. Tantos carros que nunca tiveram centralina... Uma maravilha.
Mas o que faz mesmo faz falta num carro, e falo, por ordem decrescente de importância, são as rodas, o guiador, o apito e a chofagem. Sem isto é que não se faz nada.
A própria junta da colassa, não serve para nada se não houver combustivel. Os carros elécricos não devem ter disso. Mas têm rodas.
Por favor, se alguem se puser a comentar isto, está proibido de explicar o que é a junta da colassa.

quarta-feira, abril 23, 2008

As bolas, aquelas, as verdadeiras.

Hoje vou falar sobre bolas. Não, não falo sobre futebol, que eu nem ligo a isso. Nem entendo esse desporto que é só um bando de homens em calções a correr atrás de uma bola.
Não, também não vou passar á brejeirice, que este não é o lugar indicado para isso.
Nem bolas de Berlim, porque essas são para comer, não para escrever.
Vou falar de outras bolas, muito úteis que são as bolas de naftalina.
São brancas e redondas, mas não são as bolas do Mesquita.
As bolinhas de naftalina servem para espantar as traças. Por inerência, servem para dar aquele cheirinho aos fatos. Toda a gente gosta.
Aparecer com um fato com cheiro a naftalina é uma questão de respeito.
"Sim, senhor. Foi ao armário buscar o fato, de propósito para estar aqui."
E muita gente não sabe, principalmente quem não usa urinois, a vantagem que é ter umas bolinhas de naftalina no mictório e mictar para elas e pô-las a mover, a rodupiar pelo em volta do ralo, qual carrosel com cavalos e helicópetros!
O previlégio que é apanhar uma bolinha já suficientemente pequena para fazê-la passar pelo buraquinho usando só os jactos que, de bons jactos que são, humilham os jactos a vapor da vaporeto titano.
Também não vale a pena por 38 bolinhas, como já contei n'a brasileira. meia dúzia chega.
Também, se misturarem algumas bolinhas na gasolina do carro, dizem que ele vai andar mais depressa. Tão depressa que 30 minutos depois já andou tudo.
Nunca exprimentei. Mas ao preço que está a gasolina...
Bom, espero que da próxima, já olhem para a naftalina com outros olhos.

segunda-feira, abril 21, 2008

Os temas da actualidade

Têm, alguns críticos tido o desplante de me acusar de apenas me referir a assuntos banais que não têm interesse no momento actual.
Chegaram até a insinuar de modo cobarde, e mostrando que não percebem nada de blogs, que me devo pronunciar mais sobre a actualidade. Refiro que só levo a sério críticas sobre a blogosfera do Pacheco Pereira e da Dona Íris. E nunca me fizeram nenhuma.

Ainda assim, e porque este espaço cibernético de opinião, como eu gosto de lhe chamar, quer chegar a todos os leitores, mesmo os que não sabem ler, acedi a escrever sobre os temas da actualidade.
Não, não falarei do Cónego nem do Filipe Menezes. E nem me vou referir à vontade de partir os dentes áquele filósofo das conferências de imprensa que se diz treinador e de quem eu não digo o nome.
Por acaso, acabei por falar daquilo que disse que não falava, ao dizer que não falava. Tal como aqueles polícos que dizem que não falam das declarações de outrem por serem mesquinhas, isto e aquilo.
Pronto, vamos lá ao que interessa:
Os temas da actualidade têm um problema, tal como a própria actualidade. São muito efémeros, não é o que acontece com os fósforos que hão de sempre existir.
E a efemeridade dos temas da actualidade é, de facto, um problema para mim, visto que não escrevo nem numa revista nem num jornal. Estes são públicados e só são lidos durante uns dias. Já este blog só é lido de vez em quando e convem que os temas valham intemporalmente.
A própria intemporalidade também seria um tema interessante, mas não vou escrever sobre ela porque isso já são outros quinhentos.
Voltando aos temas da actualidade:
Os temas da actualidade já são discutidos, nas televisões, nos jornais, nas revistas, na rádio (até podes telefonar ao Manuel Acácio e discutir na rádio) e na internet, inclusivamente, noutros logs.
Agora, em quais destes é que se discutem temas realmente importantes como os índios, os chusos, o nome do Tozé Marreco ou a verdadeira dentidade do Homem-Couve?
Eu digo.
Não, não digo. Mas adianto que não hão e ser muitos.
Portanto os temas da actualidade, apesar da sua importância no dia a dia, não têm, para mim, valor suficiente para que eu escreva sobre eles.

Contudo, deixo uma saudação à RTP e à Liga dos Últimos pela criação do galardão CAPITÃO MOURA.

quinta-feira, abril 10, 2008

Os fósforos

Tem licença de isqueiro?
Não tenho, nem quero ter!

Se eu vivesse no tempo da licença de isqueiro, esta seria uma conversa viavel.
Os isqueros até são porreiros (pá). Principalmente aquele que também é cinzeiro e que tem forma tigre que deita lume pela boca e luz verde pelos olhos, mas os fósforos são muito mais .
Quando se trabalha com fósforos aprende-se a dar-lhes valor.
Há várias questões.
Quando se acende um fósforo para acender o fogão guarda-se o pau queimado. Porque serve para acender na boca que já está acessa para acender outra boca.
Ou quando se usa um fósforo para acender um cigarro (o que eu desaconselho), tenta-se acender os cigarros a toda a gente da esplanada só com esse fósforo. Para o aproveitar bem.

Os fósforos são um bom instrumento, portanto, para se aprender a não desperdiçar.
Depois, têm um cheirinho engraçado ao acender, e se forem de caixa, têm muita pinta.
Agora, aqueles de cera....Ná!